quarta-feira, 2 de março de 2011

Mostra Coletiva “Artistas de Alagoas”


Até o dia 26 de março, a Galeria Pontes apresenta a exposição coletiva “Artistas de Alagoas”, tendo por base a forte influência do Estado na Arte Popular Contemporânea Brasileira. São obras de artistas variados que se apropriam de técnicas convencionais, como escultura em madeira, cerâmicas, óleo sobre tela e bordados, além de assemblage em madeira. Sob a curadoria de Edna Matosinho de Pontes são apresentadas obras de Resendio, Antonio de Dedé, Família Marinheira, Sil, João das Alagoas, Família Petuba, Vicente Ferreira, Dalton Costa, Raimundo e Dona Irinéia.

Clique aqui para ver as fotos de algumas peças.

O ArteSol já esteve presente no Estado de Alagoas com projetos nas comunidades de Água Branca, Delmiro Gouveia, Ilha do Ferro, Lagoa da Canoa, Boca do Rio (Maceió), Marechal Deodoro, São Sebastião e Entremontes. Para saber mais sobre os projetos realizados, clique aqui.

Serviço

Período: De 3 de fevereiro de 2011 a 26 de março de 2011 – De segunda a sexta, das 10 às 19 horas; e sábado das 10 às 17 horas.
Local:
Galeria Pontes – Rua Minas Gerais, 80 – Higienópolis – São Paulo/SP.
Fone: 11 3129-4218
Site: www.galeriapontes.com.br

fonte: Artesol.

RELAÇÃO DOS PRODUTOS E SUBPRODUTOS DA SOCIOBIODIVERSIDADE KAYAPÓ MEKRAGNOTIRE

A Relação das Principais Atividades Produtivas com Respectivo Potencial De Mercado é mais uma ação entre outras estrategicamente elaboradas dentro do projeto; Produtos da Sociobiodiversidade Kayapó, que tem por finalidade desenvolvimento de estratégias de comercialização e captação de mercado para atividades produtivas das TI Mekragnotire e Baú, da etnia Kayapó (Mekragnotire). O mesmo está associado ao subprograma de Alternativas Econômicas Sustentáveis do PBA da BR-163.

Utilizando-se de um breve resumo escrito por salgado, 2007 busca-se retratar a importância do desenvolvimento econômico em um contexto histórico de pacificação, justificando a sua inserção em um modelo que se busca ajustar a etnicidade kayapó Mekrãgnõtire.

“O SPI e a FUNAI utilizaram, durante muito tempo o ardil de atrair as sociedades contactadas com oferta pretensamente gratuita de produtos industrializados interessantes a sua sobrevivência. Assim, foram criados hábitos de uso de ferramentas, panelas, armas de fogo, tecidos, roupas e alimentos... com dificuldade contemporâneas de destinação de recursos para a FUNAI, o fluxo gratuito diminuiu bastante, mas ainda é esse o principal incentivo à produção de outros bens de interesse de mercado. Muitas sociedades indígenas vêm produzindo bens destinados exclusivamente à comercialização, a fim de gerarem recursos para a aquisição de bens industrializados. Esta prática afeta a disponibilidade de tempo para as atividades cotidianas de subsistência e para os rituais, inferindo diretamente na segurança alimentar, mas segundo Azanha, 2009 é possível ajustar esse tempo sem traumas ao cotidiano da vida. Ter essa procura pelos bens industrializados plenamente satisfeita por meio de recursos próprios gerados internamente, de forma não-predatória, com relativa independência das determinações de mercado na captação de recursos financeiros, é , sem dúvida um dos principais indicadores de etnodesenvolvimento”.

É dentro desse contexto que a construção de uma lista de atividades produtivas com potencial de mercado para fins de comercialização do excedente se estabelece. A justificativa primordial é atender as necessidades atuais dos Mekragnotire por recursos financeiros, ajustando a esta relação econômica ações que também resultem no resgate e valorização cultural como diferencial competitivo de seus produtos e como ação propulsora para permanência dos índios na TERRA em detrimento das cidades e de trabalhos oferecidos nestas ou em ações ilegais predatórias.

terça-feira, 1 de março de 2011

Gente Sustentável vai ao maranhão e conhece o projeto do buriti

Buriti do Maranhão – Um projeto de comércio justo e solidário



A cadeia produtiva da fibra buriti no Maranhão foi escolhida por se destacar no cenário nacional de artesanato. Está localizada na região de um dos principais destinos turísticos do país, os Lençóis Maranhenses e a oferta da matéria-prima se localiza em torno às áreas de preservação ambiental. Por outro lado, é uma das atividades econômicas mais importantes da região, que se caracteriza pelos baixo índices de IDH. Em busca de oportunidades de comercialização mais justa, iniciamos em parceria com o SEBRAE o projeto Buriti do Maranhão.

O projeto teve duração de 12 meses e iniciou no mês de maio de 2009 com o objetivo de preparar os principais empreendimentos artesanais da cadeia da fibra de buriti para atenderem aos princípios do mercado do comércio justo, agregando valor aos seus produtos, gerando renda aos artesãos de forma sustentável e contribuindo para o desenvolvimento socioambiental das comunidades nas quais estão inseridos.

Para o projetos foram selecionadas comunidades que atendem aos seguintes pré-requisitos:

O buriti ser fonte de renda para as famílias se apresentando como uma alternativa à agricultura familiar.

  • Baixa renda e escolaridade dos participantes.
  • Emprego de antigas técnicas de tecelagem e de crochê repassadas de uma geração para a outra.
  • Oferta da matéria-prima localizada perto de áreas de preservação ambiental (matas ciliares)


As comunidades selecionadas estão localizadas nas pequenas cidades de Tutóia e Barreirinhas, na região dos Lençóis Maranhenses e de Alcântara, região da Grande São Luís, no povoado de Santa Maria.

Os artesãos de Barreirinhas estão organizados sob forma de cooperativa (ARTECOOP- Cooperativa dos Artesãos dos Lençóis Maranhenses), na qual os 65 integrantes doprojeto estão afiliados. A cooperativa possui loja própria na localidade e se beneficia do fluxo tristico na temporada.

Em Tutóia, os 75 artesãos estão organizados em uma associação (Associação dosArtesãos Esperança do Bairro Monte Castelo e Adjacências). Possuem poucas oportunidades de venda no local e dependem 100% de encomendas de outras cidades.

Em Santa Maria, um povoado isolado, onde a energia elétrica chegou há pouco tempo, os 50 artesãos não estão organizados em cooperativas ou associações. Atualmente possuem uma pequena loja no terminal fluvial de Alcântara, local com melhor acesso a serviços como correio e banco.

Informações adicionais

O site pode ser visitado no endereço http://www.institutomeio.org/buritidomaranhao

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ECONOMIA SOLIDÁRIA

Comercialização solidária é tema de Seminário Indígena

Pequenas e pequenos índios terena abriram o I Seminário Indígena de Economia e Comercialização Solidária do Mato Grosso do Sul (MS). O encontro começou ontem, 10/02, na Aldeia Guarani Jaguapiru, em Dourados, reunindo índios das etnias Guarani, Terena e Kaiowa. No primeiro dia, além de discussões sobre economia e comercialização solidária, o poeta Tião Preto lançou seu livro de poesias “Tião Preto, poeta do povo”.

Índios e convidados ouvem sobre Economia Solidária no I Seminário Indígena que trata da temática.

As atividades do Seminário começaram com uma apresentação do analista social do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), Anderson Barcellos, sobre o Projeto Nacional de Comercialização Solidária. Além de apresentar o projeto, a intenção também foi fazer com que o conhecimento dessa experiência colaborasse de algum modo com a comercialização solidária indígena. Em seguida, a coordenadora do Fórum de Economia Solidária (Ecosol) do MS, Tiana Almire, falou sobre o histórico da Ecosol e do Movimento da Economia Solidária no Brasil.

À tarde, houve uma apresentação do Ministério do Desenvolvimento Agrário sobre as estratégias de comercialização voltadas para a população indígena, como mercado institucional, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ambos do governo federal. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) falou sobre seu trabalho de apoio à causa indígena e, por fim, os próprios grupos indígenas Terena, Guarani e Kaiowa, apresentaram suas experiências de produção e comercialização. O primeiro dia de seminário foi encerrado com uma feira de trocas solidárias.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Oficina para eleição das Principais Atividades Produtivas com Respectivo Potencial De Mercado

A Relação das Principais Atividades Produtivas com Respectivo Potencial De Mercado é mais uma ação entre outras estrategicamente elaboradas dentro do projeto; Produtos da Sociobiodiversidade Kayapó, que tem por finalidade desenvolvimento de estratégias de comercialização e captação de mercado para atividades produtivas das TI Mekragnotire e Baú, da etnia Kayapó (Mekrãgnõtire). O mesmo está associado ao subprograma de Alternativas Econômicas Sustentáveis do PBA da BR-163.

O subprograma de apoio a alternativas econômicas sustentáveis tem por finalidade garantir a sustentabilidade agrícola-ecológica e econômica pelos quais se busca a segurança alimentar e a geração de renda por meio da venda de produtos excedentes ou por meio do incremento de atividades exclusivamente comerciais realizada pelos indígenas.

Este subprograma tem sua validade na busca de atenuar os impactos relacionados ao aumento populacional do entorno e conseqüente pressão sobre os recursos naturais e de oportunizar a potencialização dos impactos positivos relacionados ao incremento das atividades comerciais dos Mekrãgnõtire, devido à facilidade de escoamento da produção resultante da pavimentação da BR-163.

Esta ação segue metodologias próprias de participação e envolvimento dos indígenas para se pensar em um modelo de definição de produtos comerciáveis, que não se relacione com pressão dos recursos naturais e nem alteração da dinâmica cultural e socioambiental dos Mekragnotire. Esta atividade vai de encontro à carta convite expedida pelo Instituto Kabu, com as seguintes solicitações:

Descrição da atividade

Assessorar a equipe do Instituto Kabu na análise e adequação, quando for o caso, das principais atividades produtivas, fazendo uma avaliação do seu potencial de mercado e meios adequados de prospecção e comercialização

Produto esperado

Lista com as principais atividades produtivas com respectivo potencial de mercado.

Resultados

Trabalhar de forma sistemática na definição de produtos e subprodutos que tenha potencial de mercado assegurado, obedecendo a vocação cultural da etnia.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O artesanato da carnaúba é o símbolo da resistência de um povo


O artesanato da carnaúba é o símbolo da resistência de um povo. A ONG e a Cooperativa Carnaúba Viva, além de possibilitarem a geração de renda para mais de 400 famílias, têm garantido a conservação ambiental da região onde atuam. Entre os projetos desenvolvidos, está o de implantação de novas tecnologias na cadeia produtiva da carnaúba, trabalhando fortemente a questão de gênero, já que mais de noventa por cento das pessoas atendidas são mulheres. Distribui os produtos em uma loja própria no município, por encomendas ocorridas em nível nacional e durante feiras e eventos de comercialização.

» 400 famílias envolvidas

Produtos

Artesanato em palha de carnaúba

Fale com o empreendimento:

CONTATO: Dario Gaspar Nepomuceno E-MAIL: contato@carnaubaviva.org.br / dario@carnaubaviva.org.br ENDEREÇO: Rua Prefeito Manoel Montenegro, 141 – Centro. Açu, Rio Grande do Norte; FONE: (84) 3331-3881

www.carnaubaviva.org.br


A Caatinga Cerrado – Comunidades Eco-produtivas é um espaço de articulação das redes e empreendimentos da agricultura familiar para a promoção e comercialização de produtos da sociobiodiversidade desses dois biomas.

A Sala Caatinga Cerrado é um estande coletivo realizado em feiras e eventos comerciais no qual empreendimentos da iniciativa apresentam a riqueza e a diversidade dos dois biomas através de seus produtos, visando a construção de parcerias e a realização de negócios.

saiba mais através do www.caatingacerrado.com.br

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