
sábado, 20 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Ibama quer desestimular artesanato feito com penas de araras

O artesanato indígena feito de penas de araras, papagaios e gaviões está com os dias contados. O Ibama do Amazonas lançou, na última sexta-feira (5), uma campanha contra a compra de brincos, colares e cocares que levem penas de animais silvestres. Segundo o órgão ambiental, o comércio desses objetos têm levado a uma matança de aves naturais da região. A campanha é voltada aos turistas que viajarão à Amazônia para assistir ao Festival Folclórico de Parintins, que será realizado no final de junho. Nessa época, são montadas barracas improvisadas para vender artesanato aos turistas.
O órgão ambiental informa que não são necessários animais silvestres para a confecção das peças artesanais. Podem ser utilizadas penas de animais domesticados, como pato, faisão ou pavão, ou mesmo penas artificiais, de plástico. Segundo o Ibama, as lojas da região já seguem essas instruções, e mesmo as fantasias utilizadas no festival de Parintins já não usam mais penas de animais silvestres como matéria-prima.
O órgão ambiental informa que não são necessários animais silvestres para a confecção das peças artesanais. Podem ser utilizadas penas de animais domesticados, como pato, faisão ou pavão, ou mesmo penas artificiais, de plástico. Segundo o Ibama, as lojas da região já seguem essas instruções, e mesmo as fantasias utilizadas no festival de Parintins já não usam mais penas de animais silvestres como matéria-prima.
www.globoamazonia.com
sexta-feira, 5 de junho de 2009
frutos da biodiversidade
Velas feitas com o ouriço da Castanha-do-Brasil é um produto exclusivo da Gente sustentável... a castanha é uma árvore da Amazônia responsável em prover de alimento e renda os indígenas e ribeirinhos do norte do país. Os ouriços utilizados pela gente sustentável vem da Terra Indígena Arara da Volta Grande do Xingu e em uma iniciativa piloto está provocando o uso de recursos florestais não madeireiros como fonte de geração de renda para os Arara.
Ao adquirir este produto você está contribuindo para o projeto de gestão de lixo em Aldeias indígenas.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Pontos de vendas móveis, pequenos e práticos
Esta idéia é uma colaboração da Ana do TST Ambiental, que me deu algumas dicas sobre pontos de venda dos produtos da Gente Sustentável. Este exemplo é um mini stand, simples feito com fibras naturais e MDF certificado FSC, com duas prateleiras de vidro, que serve para expor as cerâmicas da serra da capivara, velas feitas com o ouriço da castanha (exclusivo), biojóias e cestarias e outros artesanatos de comunidades tradicionais. Estes stand ficaram espalhados por diversos pontos como restaurantes naturais, eventos ambientais, escolas e faculdades, além dos espaços cedidos como no caso do TST entre os dias 27 e 28 de agosto.
O que você acha dessa forma de comercialização. você tem outra sugestão? mande pra gente.
sábado, 23 de maio de 2009
SUAS ESCOLHAS MUDAM O MUNDO
Toda vez que você compra uma camiseta da linha Plurietnicidade, tenha a certeza de está contribuindo para projetos em terras indígenas que ajudam estas comunidades a cuidarem melhor da floresta onde vivem. A linha Plurietnicidade foi inspirada nos mais de 220 povos indígenas brasileiros, no seu modo de vida, nos seus costumes, nos recursos naturais que os provem de alimento, em fim, na sua grande e diversa cultura. São camisetas e artesanatos exclusivos e feitos com toda tradição sociocultural e com profundo respeito à natureza e suas múltiplas formas de vida.
Gente sustentável é gente que faz o bem!
GENTE QUE FAZ O BEM!
Este apoio ao projeto de Gestão do lixo em terras indígenas é uma contribuição da linha de produtos Plurietnicidade que visa arrecadar e destinar recursos para investir em projetos de etnodesenvolvimento e preservação de florestas indígenas.
O projeto foi realizado na Terra Indígena Arara da Volta Grande do Xingu e capacitou jovens indígenas para gestão do lixo gerado na aldeia. Estes resíduos antes eram lançados em buracos e ou varrido para o lado das casas na aldeia, quase sempre estes resíduos contribuíam para poluir o rio XINGU e ou solo (quando enterrado) ou ar (quando queimado), vale lembrar que atualmente as terras indígenas de todo o Brasil contam com esta problemática. O lixo em aldeias contribui para proliferação de doenças e para o aumento do impacto sobre a floresta. O projeto aconteceu entre os dias 15, 16 e 17 de maio.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Escolha a sua camiseta

Linha plurietnicidade R$ 39,90
São 220 povos indígenas existentes no Brasil, falando cerca de 180 línguas, esta linha de camisetas tem por finalidade divulgar a cultura e beleza dos povos indígenas Brasileiros. Cada camiseta vem acompanhada de informações sobre as etnias brasileiras e com um belo pedaço de tecido pintado a mão por indígenas de diversas partes do Brasil.
*Parte dos recursos arrecadados com a venda dessas camisetas são revestidos para o projeto de Gestão de Lixo em Aldeias Indígenas em parceria com a Tarumã Consultoria Ambiental.
*Parte dos recursos arrecadados com a venda dessas camisetas são revestidos para o projeto de Gestão de Lixo em Aldeias Indígenas em parceria com a Tarumã Consultoria Ambiental.
importância das Árvores
segunda-feira, 6 de abril de 2009
CAMISETAS RESPONSÁVEIS...SAIU DO FORNO HOJE

Nossos produtos são camisetas ecológicas com mensagens de sensibilizaçao ambiental onde cada tema expressa um compromisso com o planeta. Cada estampa é confecionada a partir de elementos culturais, baseados na rica sociobiodiversidade brasileira. Os temas da coleção 2009 trás os desafios das energias renováveis, da redução das emissões de CO2, apresenta também a importancia da biodiversidade nas estampas de animais ameaçados de extinção além da linha plurietnicidade que apresenta um pouco da grande riquezas de povos e linguas indígenas de nosso país. Outros produtos da GENTE SUSTENTÁVEL são artesanatos regionais e biojoias.
Bike e a redução de emissão de CO²

Um dos grandes desafios da humanidade nos dias atuais sem dúvida são as mudanças climáticas, que há tempos sempre aconteceram, só que desta vez agravadas pelo efeito estufa estão provocando desastres como inundações e secas severas provocando o que hoje os especialistas chamam de refugiados ambientais, são pessoas que atingidas por desastres ambientais estão sem casa e abrigo.
O efeito estufa é um processo natural necessário para manter a temperatura do planeta de forma a permitir a vida, mas atualmente o agravamento desse processo devido às emissões dos gases causadores do efeito estufa, resultando no aumento da temperatura na terra estar trazendo diversas consequência a todo o planeta. Em um esforço conjunto cerca de 189 países assinaram um acordo denominado PROTOCOLO DE KIOTO que trata da redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa em 5%, na comparação com os níveis de 1990. Onde o principal alvo é o dióxido de carbono (CO²). No Brasil este gás é liberado principalmente nas atividades ilegais de queimadas e corte de madeira em florestas, das chaminés das fábricas e dos escapamentos dos carros.
Você pode contribuir com a redução das emissões de CO² de várias formas a inspiração para GENTE SUSTENTÁVEL foi os transportes alternativos que como a bicicleta não polui e não gera nenhum tipo de gás nocivo ao meio ambiente, dessa forma utilizando sua bicicleta para ir a padaria, ao mercado e até mesmo ao trabalho você tem a certeza de estar emitindo CARBONO ZERO e contribuindo com o planeta.
Faça sua parte e boas pedaladas
Gente sustentável.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Camisa Gente sustentável vai receber estampa da Arara Canindé
ANome científico: Ara ararauna
A arara-canindé tem plumagem de coloração predominante azul, com o peito e todo o ventre amarelo (duas cores). Sua cara branca possui vários riscos pretos em volta dos olhos (duas cores), que são fileiras de penas faciais. Possuem bico e garganta negra, com o alto da cabeça verde.
Conhecida pelos nomes de arara-de-barriga-amarela, arara-amarela, arara-azul-e-amarela, também por araraí e arari que em tupi-guarani significa arara pequena, numa alusão ao seu tamanho, inferior às outras araras... É uma arara de corpo compacto, com cerca de 80 centímetros, de asas grandes, cauda longa, bico forte muito curvo e terminado em uma aguçada ponta, tem pernas curtas, fortes e dedos com unhas dispostos: dois para frente e dois para trás.
Habita áreas de várzeas com babaçuais, buritisais e beiradas de matas.
Essa arara freqüenta os barreiros, locais onde a terra tem sal de sódio ou magnésio, e ela come a lama para conseguir sais minerais. Caçada por causa da beleza de suas cores e da facilidade com que aceita o cativeiro, vivendo até 50 anos, ela já desapareceu de várias regiões. Originalmente vivia da América Central ao Brasil, até o Estado de São Paulo, e antigamente também em Santa Catarina, Paraguai e Bolívia.
É uma espécie que vive em grandes grupos, se abriga em árvores e se utiliza muito do bico para trepar nos ramos; é grande voadora. As canindés preferem semente à fruta, e entre elas há araras canhotas, que só usam a pata esquerda para comer. A arara-canindé escolhe uma parceria para a vida inteira e o casal passa a trocar muito carinho, um alisando as penas do outro e, quando a canindé é jovem, se alguém faz carinho na sua cabeça, a pele do “rosto” da ave fica vermelha, da mesma forma que uma pessoa fica envergonhada.
Na natureza, essa arara só dá cria a cada dois anos e raramente os pais conseguem alimentos para todos os filhotes, o normal é só um sobreviver. Em cativeiro, se os ovos da arara são retirados e chocados artificialmente, ela faz uma segunda postura e assim está sendo possível reproduzir um bom número dessas araras.
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