quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ECONOMIA SOLIDÁRIA

Comercialização solidária é tema de Seminário Indígena

Pequenas e pequenos índios terena abriram o I Seminário Indígena de Economia e Comercialização Solidária do Mato Grosso do Sul (MS). O encontro começou ontem, 10/02, na Aldeia Guarani Jaguapiru, em Dourados, reunindo índios das etnias Guarani, Terena e Kaiowa. No primeiro dia, além de discussões sobre economia e comercialização solidária, o poeta Tião Preto lançou seu livro de poesias “Tião Preto, poeta do povo”.

Índios e convidados ouvem sobre Economia Solidária no I Seminário Indígena que trata da temática.

As atividades do Seminário começaram com uma apresentação do analista social do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), Anderson Barcellos, sobre o Projeto Nacional de Comercialização Solidária. Além de apresentar o projeto, a intenção também foi fazer com que o conhecimento dessa experiência colaborasse de algum modo com a comercialização solidária indígena. Em seguida, a coordenadora do Fórum de Economia Solidária (Ecosol) do MS, Tiana Almire, falou sobre o histórico da Ecosol e do Movimento da Economia Solidária no Brasil.

À tarde, houve uma apresentação do Ministério do Desenvolvimento Agrário sobre as estratégias de comercialização voltadas para a população indígena, como mercado institucional, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ambos do governo federal. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) falou sobre seu trabalho de apoio à causa indígena e, por fim, os próprios grupos indígenas Terena, Guarani e Kaiowa, apresentaram suas experiências de produção e comercialização. O primeiro dia de seminário foi encerrado com uma feira de trocas solidárias.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Oficina para eleição das Principais Atividades Produtivas com Respectivo Potencial De Mercado

A Relação das Principais Atividades Produtivas com Respectivo Potencial De Mercado é mais uma ação entre outras estrategicamente elaboradas dentro do projeto; Produtos da Sociobiodiversidade Kayapó, que tem por finalidade desenvolvimento de estratégias de comercialização e captação de mercado para atividades produtivas das TI Mekragnotire e Baú, da etnia Kayapó (Mekrãgnõtire). O mesmo está associado ao subprograma de Alternativas Econômicas Sustentáveis do PBA da BR-163.

O subprograma de apoio a alternativas econômicas sustentáveis tem por finalidade garantir a sustentabilidade agrícola-ecológica e econômica pelos quais se busca a segurança alimentar e a geração de renda por meio da venda de produtos excedentes ou por meio do incremento de atividades exclusivamente comerciais realizada pelos indígenas.

Este subprograma tem sua validade na busca de atenuar os impactos relacionados ao aumento populacional do entorno e conseqüente pressão sobre os recursos naturais e de oportunizar a potencialização dos impactos positivos relacionados ao incremento das atividades comerciais dos Mekrãgnõtire, devido à facilidade de escoamento da produção resultante da pavimentação da BR-163.

Esta ação segue metodologias próprias de participação e envolvimento dos indígenas para se pensar em um modelo de definição de produtos comerciáveis, que não se relacione com pressão dos recursos naturais e nem alteração da dinâmica cultural e socioambiental dos Mekragnotire. Esta atividade vai de encontro à carta convite expedida pelo Instituto Kabu, com as seguintes solicitações:

Descrição da atividade

Assessorar a equipe do Instituto Kabu na análise e adequação, quando for o caso, das principais atividades produtivas, fazendo uma avaliação do seu potencial de mercado e meios adequados de prospecção e comercialização

Produto esperado

Lista com as principais atividades produtivas com respectivo potencial de mercado.

Resultados

Trabalhar de forma sistemática na definição de produtos e subprodutos que tenha potencial de mercado assegurado, obedecendo a vocação cultural da etnia.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O artesanato da carnaúba é o símbolo da resistência de um povo


O artesanato da carnaúba é o símbolo da resistência de um povo. A ONG e a Cooperativa Carnaúba Viva, além de possibilitarem a geração de renda para mais de 400 famílias, têm garantido a conservação ambiental da região onde atuam. Entre os projetos desenvolvidos, está o de implantação de novas tecnologias na cadeia produtiva da carnaúba, trabalhando fortemente a questão de gênero, já que mais de noventa por cento das pessoas atendidas são mulheres. Distribui os produtos em uma loja própria no município, por encomendas ocorridas em nível nacional e durante feiras e eventos de comercialização.

» 400 famílias envolvidas

Produtos

Artesanato em palha de carnaúba

Fale com o empreendimento:

CONTATO: Dario Gaspar Nepomuceno E-MAIL: contato@carnaubaviva.org.br / dario@carnaubaviva.org.br ENDEREÇO: Rua Prefeito Manoel Montenegro, 141 – Centro. Açu, Rio Grande do Norte; FONE: (84) 3331-3881

www.carnaubaviva.org.br


A Caatinga Cerrado – Comunidades Eco-produtivas é um espaço de articulação das redes e empreendimentos da agricultura familiar para a promoção e comercialização de produtos da sociobiodiversidade desses dois biomas.

A Sala Caatinga Cerrado é um estande coletivo realizado em feiras e eventos comerciais no qual empreendimentos da iniciativa apresentam a riqueza e a diversidade dos dois biomas através de seus produtos, visando a construção de parcerias e a realização de negócios.

saiba mais através do www.caatingacerrado.com.br

Alternativas econômicas sustentáveis que dão certo entre povos indígenas.

As pimentas são usadas há milênios pelo povo Baniwa como proteção contra maus espíritos, purificador de alimentos e antiséptico facial. Há uma grande variedade de espécies na região, sendo a espécie Capsicum af. frutenses, conhecida como withsia na língua Baniwa, a mais abundante.


Na culinária Baniwa utiliza-se a jiquitaia, que significa mistura de pimentas torradas, socadas e em pó, com sal. Seu sabor é único: forte, salgado, rico em especiarias. Usada em pequena quantidade já tem efeitos intensos sobre o sabor dos alimentos.


A comercialização da pimenta é mais um dos produtos dentro da marca "Arte Baniwa" e que certamente contribuirá para o desenvolvimento sustentável das nossas comunidades, que há milhares de anos vivem em terras agora reconhecidas e demarcadas pelo governo federal.


Informações em www.artebaniwa.org.br


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